A cidade de Valbom volta a ser o palco da celebração das artes cénicas, com a 41.ª edição do FETAV – Festival de Teatro Amador de Valbom, entre os dias 4 de abril a 30 de maio.
De acordo com Paulo Manahú, as expectativas para este ano “são elevadas e motivos não faltam: teremos oito sábados inteiramente dedicados ao teatro, com a participação de seis grupos convidados, a que se juntam duas apresentações da Escola Dramática, uma delas em estreia absoluta”. Para o organizador do FETAV, o evento vai contar “pela primeira vez com a presença de um grupo de Mirandela e o regresso, após três anos, do coletivo de Ansião”. Um sinal claro da vitalidade e do alcance que o festival tem alcançado ao longo destas quatro décadas e que marca de forma indelével a cultura local. Um dos pontos altos será a Gala Final, momento em que são distinguidos “o melhor ator, a melhor atriz, a melhor peça e o melhor encenador”, fez saber Paulo Manahú, acrescentando que “iremos como, habitualmente, homenagear alguém importante para o FETAV. Para para já mantemos o segredo, mas a seu tempo saberão”. (risos)
Programa
O Grupo Dramático Avintense será o primeiro a subir ao palco, no dia 4 de abril, com a peça “Inferno”, seguindo-se no dia 11 de abril, o Grupo de Teatro Freamundense que apresentará “Antígona”, no dia 18 é a vez do estreante Tráscena - Grupo de Teatro de Mirandela interpretar “Um Cibo de Gente” e, no dia 25 de abril, o Grupo Juvenil da Escola Dramática irá estrear a nova peça “O Evento”. O festival contínua a 2 de maio, com Os Plebeus Avintenses e “Alistados à Força”, no dia 9 de maio o Teatro Pedaços de Nós, de Freamunde apresenta a peça “Casamento”, no dia 16, o regresso do Grupo de Teatro Olimpo do Ansião, de Leiria, com a encenação “Os Mentirosos” e, a fechar o certame, no dia 23 de maio, a anfitriã Escola dramática e Musical Valboense que subirá ao palco com a peça “Democracia no Condomínio”.
O palco é, por excelência, o lugar onde a magia acontece, onde se assiste à entrega, à combinação de palavras, de gestos, de sons e de música, o que para Paulo Manahú representa “quatro décadas de história queremos continuar a contar, através do teatro”.