Texto: ANDRÉ RUBIM RANGEL, jornalista
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Lenine Francisco da Silva Cunha nasceu em V.N.Gaia, a 4/12/1982. É um atleta paraolímpico – das modalidades de hetaplo, salto em comprimento e triplo salto – e que compete na categoria T20, alusiva à Deficiência Intelectual. É o atleta com mais medalhas internacionais em todo o mundo, representando Portugal! São já 270: 100 de ouro, 90 de prata e 80 de bronze. E aquela que lhe é mais especial é a de bronze obtida nos Jogos Paraolímpicos de Londres 2012. É, ainda, membro do Conselho de Atletas do Comité Paraolímpico Internacional e do mesmo Conselho na VIRTUS, a que preside, além de ser embaixador nesta Federação Internacional, onde luta pelos direitos dos desportistas com deficiências. Lenine Cunha apresenta uma história de vida tão singular, um exemplo a seguir!
Aos 4 anos começou a tua luta, entre saúde e doença, com a meningite grave contraída. Como tem sido a tua vida desde então e como enfrentas essa tua condição?
Com essa meningite, na altura, perdi tudo: a fala, o andar, a memória… Tive de reabilitar-me e reaprender com cada uma dessas situações. Não me lembro nada disso, o que sei é tudo pelo que os meus pais e irmãs contam. E o andar recuperei rápido. Pelo que me dizem, aos 5-6 anos eu não parava quieto. O que se veio a confirmar é que quando entrei para a escola, para o 1.º ano, os professores notaram que eu tinha um défice cognitivo, que era mais lento a aprender do que os outros meninos. Foi o que me afetou mais para o resto da vida. Igualmente a visão e a audição do lado esquerdo: só vejo 10% do olho esquerdo. As meninges atuaram incidindo para o lado do coração. Como a minha memória ficou afetada, eu só me recordo de uma outra situação a partir da escola preparatória, não da primária.
A partir do 2.º ciclo notaste alguma diferença por parte dos teus colegas, ou punham-te de lado? Sentias haver uma educação inclusiva?
Nessa altura não havia inclusão, no sentido do que há hoje. Os meninos hoje, com essas necessidades, têm aulas à parte. O que eu tinha, nesses anos 80-90, era apoio a todas as disciplinas que frequentei. Portanto, eu entrava de manhã cedo, para as aulas normais, e saía ao fim da tarde, para ter todos esses apoios. Nos 5.º e 6.º anos eu cheguei a passar com 4 negativas. Como em Educação Física eu tinha as notas mais altas, e derivado ao meu problema de saúde, a escola foi-me passando. Mais complicado foi no 3.º ciclo, sem dúvida: repeti o 7.º ano duas vezes e estive no 8.º ano durante três anos. Quando concluí esse ano, disse aos meus pais para não gastarem mais dinheiro comigo, até porque éramos de uma família humilde, sem posses. Tive a audácia de dizer aos meus pais que não fui feito para estudar e que o dinheiro era preciso para as necessidades básicas, como a alimentação. Então, saí da escola. Anos mais tarde, em 2005-2006, eu tirei o 9.º ano pelo programa governativo «Novas Oportunidades». Fui um dos primeiros do país a fazê-lo, quando surgiu esse projeto. Quanto à outra parte da questão, eu sofri um pouco de bullying. As crianças, quando querem, podem ser um pouco cruéis. E sofri por ser menos esperto do que os outros. Mas dei a volta por cima.
De que forma concreta deste a volta ao bullying que sofreste?
Encontrava sempre o meu refúgio, que hoje ainda o é, que era ir treinar! Eu comecei a praticar desporto aos 7-8 anos. Em V.N.Gaia, de onde sou, havia e continua a haver todos os anos os «Jogos Juvenis de Gaia», onde participam todas as freguesias do concelho. Os melhores de cada freguesia participam nas várias modalidades existentes. Eu comecei no andebol, mas não era para mim: não gostei. No ano seguinte, havia uma prova para o atletismo, para apurar a minha freguesia, Canidelo. Eu participei, ganhei essa competição e tudo começou aí. Depois desses «Jogos Juvenis», os clubes gaienses começaram a fazer-me convites para me inscrever no atletismo. E assim fiz, desde os 8 anos. Quando estava no 2.º ciclo, após os apoios, eu ia sempre aos treinos, que começavam às 18h30. Era aí que, como referi, encontrava o meu refúgio. Com os meus colegas de clube, nunca senti qualquer discriminação. Eu quando estou/sinto-me mal vou correr e logo passa.
Quando saíste da escola, no 3.º ciclo, dedicaste-te logo, a tempo inteiro, ao atletismo, ou fizeste outras coisas pelo meio?
Quando deixei os estudos disse aos meus pais que queria, também, ir trabalhar. Fui para as obras, fui ajudante de eletricista, mas sempre continuando a treinar. Entretanto, em 1999, surgiu o “convite” para eu participar no desporto paraolímpico. Nessa altura conheci o meu antigo treinador, o José Costa Pereira – que o foi durante 22 anos –, que me apanhou numa prova de desporto regular. Já lhe tinham dito que eu tinha tido dificuldades de aprendizagem, que tinha tido meningite e défice cognitivo. Ele explicou-me que nos Paraolímpicos havia algumas classes e uma delas era a intelectual. Eu tinha, então, 15 anos e nessa altura levei a mal esse “convite”, porque eu não me considerava ser pessoa com deficiência. Daí participar e fazer provas no desporto regular. Nessa altura também não sabia o que era realmente o desporto paraolímpico. Eu julgava que era só para pessoas com Síndrome de Down ou com paralisias, essas mais visíveis. Era a ideia que tinha, porque com 15 anos eu não sabia nada. Meses mais tarde, em 1999, ele voltou-me a convidar para assistir ao estágio de uma seleção paraolímpica que ia para o campeonato do mundo. Aí sim, vi que eram miúdos iguais a mim, com dificuldades de aprendizagem, com défice cognitivo. Falei, de seguida, com os meus pais para poder fazer parte. Em março de 2000 participei nos campeonatos da Europa, em pista coberta, onde ganhei as minhas três primeiras medalhas internacionais. Em julho desse mesmo ano, consegui ir aos meus primeiros Jogos Paraolímpicos, em Sidney, com 16 anos, e fiquei em 4.º lugar. Foi a partir daí que tentei fazer vida com o atletismo, embora não houvesse na altura os apoios que há atualmente. E continuei a partir daí. Não participei nos Jogos de 2004 e 2008, porque a nossa classe de deficiência, a T20, foi retirada dos Jogos. Só foi retomada em 2012, nos Jogos de Londres, onde ganhei a medalha de bronze, que considero ser a medalha da minha vida, mesmo tendo muitas de ouro e de prata.
Sentes que pelo facto de praticares, há muito, desporto de alta competição, te ajuda a lidar e minorar as tais sequelas motoras e sensoriais sofridas?
Para mim o desporto ajudou-me imenso. E, apenas, em termos sociais, porque me mencionei antes, em termos físicos felizmente não aconteceu nada. O desporto é terapêutico, ajuda qualquer pessoa, sobretudo com algum tipo de deficiência. Se não fosse o desporto, eu não seria a pessoa que sou hoje. Como costumo dizer, a meningite em mim vejo-a numa dupla perspetiva: como um terrível acontecimento e como uma feliz coincidência. Terrível acontecimento, porque poderia não estar cá para contar esta história, pois pode morrer-se de meningite ou pode ficar-se com sequelas bem mais graves. E feliz coincidência, porque sem ela não seria o atleta que sou hoje, nunca teria ganho estas medalhas todas nem viajado pelo mundo.
O clube que representaste é aquele que fundaste e cujo teu nome o encimou: «Sport Club Lenine Cunha». Foi um sonho, entre outros, realizado?
Eu criei esse meu clube em 2015 e representei-o durante 3-4 anos. Mas depois, infelizmente, tive de pô-lo na gaveta. Fiquei, na altura sozinho, e sem apoios financeiros não dava para continuar. Continua na gaveta, à espera de um dia poder voltar a ver a luz do dia. Quem sabe, quando acabar a minha carreira. Neste momento, represento o Clube de Futebol de Oliveira do Douro, na sua Academia de Atletismo.
E que outros sonhos e projetos, presentes e futuros, desejas ainda realizar? Porquê?
Neste momento, a minha vontade é que o meu corpo me deixe continuar. O meu sonho é conseguir ir aos Jogos Paraolímpicos de Los Angeles, em 2028, e acabar a carreira a seguir. Claro que gostaria muito, também, de chegar às 300 medalhas, já que estou nas 270 medalhas internacionais. Porém, vai ser difícil.
Farás 44 anos em dezembro, mas continuas a competir a alto nível, voltando a ser recentemente campeão europeu na Polónia. A idade é apenas um número? Como consegues manter-te em forma e ter estes resultados?
Para mim, a idade é apenas um número. Quando se trabalha, se tem empenho e foco, tudo se consegue. Claro que agora as lesões e mazelas no corpo são mais do que há 20 anos, fruto do alto rendimento, e é algo normal. Sinto que de há 5-6 anos para cá, o meu corpo mudou muito em termos de metabolismo, de tempo de recuperação após os treinos. Não podemos esquecer que eu tenho já 37 anos de atletismo, 26 dos quais no alto rendimento! Já é muito tempo!
Já conquistaste, ao longo de 26 anos, 270 medalhas internacionais. O que significa para ti teres vindo a ser o atleta mais medalhado do mundo e que responsabilidades tal acarreta?
Eu nunca procurei ganhar estas medalhas. Só nos últimos anos, tenho procurado ser, em cada dia, melhor do que fui ontem. O que tento ir fazendo, ultimamente, é divertir-me. Contudo, isto tem tudo de ser levado muito a sério. Quando eu estava no meu auge, ainda mais a sério levava e não me divertia tanto, como agora. Se eu não for para o treino, para não estar motivado ou alegre, o treino já não corre bem. Tenho de levar isto mais na desportiva, como se costuma dizer. Como disse, eu conto sair/deixar após os Paraolímpicos de 2028. Todavia, poderei ponderar despedir-me no campeonato do mundo em 2029, dependendo de onde aconteça e se faltarem umas 5 medalhas para chegar às 300. É um caso para pensar. Antes de 2028, ainda teremos outras provas.
Mais do que atleta, sentes que também és um ativista na área desportiva para atletas com deficiência? O que fazes como Embaixador e presidente do Conselho de Atletas da VIRTUS?
A VIRTUS é a Federação Internacional de Desporto para Atletas com Deficiência Mental. Recentemente a VIRTUS criou o Conselho de Atletas, que me elegeu como seu presidente. Para o próximo ano irá haver novas eleições, nas quais irei concorrer novamente. É uma responsabilidade enorme. Eu luto pelos direitos das pessoas, sobretudo no desporto e na minha área. Temos de o fazer. Devo dizer que uma das minhas lutas, que foi conseguida, foi igualar os valores monetários dos atletas olímpicos com os dos atletas paraolímpicos. Tanto em termos de bolsas mensais, de medalhas e de apoios. Andei anos e anos a lutar por essa igualdade, cujo marco histórico foi alcançado em 2016. Assim ainda dá mais gosto lutar pelos nossos direitos.
Lá fora, o teu desempenho e talento são reconhecidos, desde o prémio de melhor atleta mundial até seres eleito para o Conselho de Atletas do CPI. Isto conta mais para ti, do que todas essas medalhas?
Foi a VIRTUS que me fez esse convite para participar e concorrer ao Conselho de Atletas Comité Paraolímpico Internacional. Como eu gosto de desafios, sempre gostei ao longo da vida, falei com a minha família a ver o que achavam, pois a candidatura iria a votos. Eu aceitei, pois para sermos melhores temos de nos comprometer com aquilo a que nos propomos. A candidatura foi durante os Jogos Paraolímpicos de Paris, em 2024. Eu não participei, porque falhei a marca para competir, por 10 cm., mas estive lá os 15 dias a fazer campanha na aldeia paraolímpica. Eram 26 os candidatos, de todo o mundo, e os 6 mais votados passavam para o Conselho do CPI. Devo dizer que foi muito mais cansativo para mim essas duas semanas a fazer campanha, do que se eu estivesse a competir. Exigiu muito de mim, mental e fisicamente. E mentalmente, porque ao longo do dia tive de falar tanto inglês, espanhol, português e ao fim do dia doía-me a cabeça. E fisicamente, porque estava longe da aldeia paraolímpica. Fazia uma hora de viagem de metro para ir, e outra hora para regressar. Chegava lá às 9h30 e vinha embora às 21h30, todos os dias assim. Todavia, o fim/resultado compensou esse esforço e cansaço: fui o atleta mais votado de todos, com maior número de votos, fui o primeiro atleta com deficiência intelectual a entrar para o Conselho de Atletas do CPI. Foi muito recompensador.
Mas cá dentro, entendes que – face ao teu prestígio internacional – deverias ser mais valorizado e falado nas notícias? Para ti, por que não acontece?
Eu já nem ligo a esse facto de não ser reconhecido e acompanhado regularmente pela Comunicação Social. Poucas são as vezes e os órgãos que se lembram de mim e dos meus outros colegas paraolímpicos medalhados. Penso que deveríamos ser mais valorizados. Agradeço, no seu caso, por se ter lembrado de mim. Muitas das pessoas e dos meus seguidores só sabem dos meus triunfos pelas minhas redes sociais. É triste dizê-lo, mas é o que é. Fico grato de já ter ido a programas de televisão, mas é sempre pouco para aquilo que fazemos e ganhámos a representar Portugal pelo mundo. Ainda agora, no recente campeonato da Europa, Portugal conquistou 34 medalhas, 27 das quais no Atletismo. Onde saiu em grande escala, e com visibilidade, essas notícias nos jornais, rádios e telejornais?...
Que análise fazes ao estado governativo de Portugal, quanto a apoios, acessibilidades e oportunidades que são ou não dadas aos portadores de deficiências mentais, sejam ou não atletas?
Estamos muito mais evoluídos do que outrora. Foi no governo de António Costa que a nossa bolsa foi igualada entre atletas olímpicos e paraolímpicos. O ordenado mensal é bom, não nos podemos queixar. Estas boas condições mantêm-se com o atual Governo: estamos bem servidos, não só no presente, mas também para o futuro.
Já representas Portugal nos Jogos Paraolímpicos desde 2000. Comparando entre as Olimpíadas e as Paraolimpíadas, o que poderia ser melhor e diferente, sem acentuar as desigualdades?
Ao fazer parte do CPI acabo por saber de informações e notícias que, de outro modo, não teria acesso. E uma delas, que nos enaltece, é a de que os Jogos Paraolímpicos de Paris 2024 bateram todos os recordes da História Paraolímpica, com mais visualizações e mais diretos na televisão mundial. Com isso, depois dos Jogos Olímpicos, em 1.º lugar – a competição mais vista/seguida em todo o mundo –, os Jogos Paraolímpicos – que estavam em 3.º lugar – passaram para 2.º, em termos de impacto mediático/share televisivo, destronando assim os Mundiais de Futebol, que saltaram para terceiro.
As tuas modalidades são o heptatlo, salto em comprimento e triplo salto. Como se deram essas tuas escolhas? Quais foram e têm sido as tuas inspirações/exemplos nas mesmas?
Dos 7-8 anos até aos 15 eu fiz aquelas provas populares de estrada. Fui campeão regional e nacional de marcha. Quando era iniciado, cheguei a ser o 8.º melhor marchador a nível nacional. Depois, senti que queria mais! Deixei, então, a marcha e passei para os saltos. Naquela altura, as minhas referências eram internacionais, nomeadamente o recordista mundial do triplo salto, o britânico Jonathan Edwards. Anos mais tarde, sem dúvida, a Naíde Gomes passou a ser uma referência muito grande para mim. Quanto ao Nélson Évora temos uma história em comum muito boa: treinamos juntos há dois anos, sendo o nosso treinador o Mário Aníbal, a par dos medalhados Agate de Sousa e Gerson Baldé. Estou rodeado de grandes figuras.
Mais do que seres várias vezes campeão mundial e europeu, medalhado nos Paraolímpicos de 2012, tens noção que – apesar de tudo – és também um campeão nato da vida?
Eu tento ser! Gostava que a minha história de vida pudesse ser uma referência para outras pessoas. Se, pelo menos, pudesse inspirar uma só já ficaria realizado.
Quais consideras ser os adjetivos que melhor definem e caraterizam a tua pessoa, a tua maneira de ser e de estar na vida, e como queres ficar um dia e para sempre recordado?
Eu sou muito teimoso. Mas sou dedicado, empenhado e focado. É isto que me tem levado longe. Já passei muitas dificuldades na vida, como já referi antes. A minha família tinha poucas posses e hoje, felizmente, estamos bem. Tive a meningite, perdi a minha irmã do meio em 2010, perdi a minha mãe em 2015…
Com essas contrariedades, onde vais buscar, concretamente, essa tua força para tal resiliência e coragem permanecerem?
Neste momento, faço-o pela minha mãe. Claro que também o faço por mim, mas sempre a pensar nela. Com ela, e com o meu foco, estou a fazer tudo para conseguir atingir os meus objetivos dos Jogos Paraolímpicos de 2028. Desde há dois anos que estou a treinar em Lisboa, sem ter e estar com a minha família, que só a vejo espaçadamente, em cada 2-3 semanas. E isso muita gente não sabe ou é algo que não se vê o que enfrentamos e o que temos de aguentar.
No dia 25 de julho assinala-se o «Dia Mundial da Deficiência Intelectual». O que pretende promover este dia e que mensagem para o efeito podes deixar?
Esse dia surgiu pela VIRTUS, pela primeira vez o ano passado. Houve um grande impacto na internet e redes sociais. O tema deste ano é: «Este sou eu, estes somos nós». Pretende-se mostrar ao mundo o que é a deficiência intelectual, o que passamos, como é o nosso dia, etc. Precisamos de visibilidade global. Apesar da deficiência, queremos mostrar que nós podemos ser o que quisermos. A nossa deficiência não nos impede de ser grandes!
O que conheces e destacas em Gondomar, já que se tem o rio a dividi-lo/uni-lo com a tua V.N.Gaia?
Lembro-me, apenas, de ter ido há uns anos a um concerto dos D.A.M.A. ao Pavilhão Multiusos de Gondomar. Muitas pessoas reconheceram-me, por isso destaco a cordialidade e simpatia dos Gondomarenses. Um desafio que deixo é que seja construída uma pista atlética em Gondomar. Até faria sentido ser na Associação Recreativa Luz e Vida, já que prepara atletas.
Por fim, e com base na tua experiência e história de vida, que mensagem nos podes deixar, sobretudo àquelas pessoas que com muito se queixam por pouco, que vivem do queixume?
Recomendo a acreditarmos sempre. Mesmo com as dificuldades que passei, nunca baixei os braços. Se não acreditarmos, então as coisas correm mal. Há que manter o empenho e foco. Se desejarmos muito, elas acontecem. Mas não podemos ir abaixo, se não correr bem à primeira, segunda ou terceira tentativa. Há que acreditar, para conseguirmos. E sejamos felizes!