Sociedade União de Freguesias de Gondomar (S.Cosme), Valbom e Jovim

Águas do Douro e Paiva investe 2,7 milhões de euros para reforçar a eficiência do abastecimento a nove municípios

A Águas do Douro e Paiva está a concretizar um investimento de 2,7 milhões de euros na reabilitação do Reservatório de Jovim, uma infraestrutura estratégica do sistema de abastecimento de água em alta da região do Grande Porto.

Com uma capacidade de armazenamento de 33.200 m³, pelo Reservatório de Jovim passam diariamente cerca de 180.000 m³ de água tratada.  O resulta da conjugação de duas prioridades estratégicas da Águas do Douro e Paiva: o controlo de perdas e a gestão eficiente dos ativos.

 Relativamente ao controlo de perdas, importa referir que a Águas do Douro e Paiva apresenta níveis de perdas (água não faturada) muito reduzidos, na ordem dos 3%, posicionando-se como uma referência no setor. A manutenção deste desempenho exige um trabalho contínuo de monitorização e conservação das infraestruturas. No âmbito de campanhas regulares de deteção de fugas, foi identificada no Reservatório de Jovim uma fuga relevante, associada à degradação da laje de fundo, que se encontrava permeável, tornando necessária uma intervenção urgente.

 Paralelamente, no âmbito da gestão de ativos, a empresa dispõe de um Plano de Inspeções das infraestruturas, que permite identificar necessidades de reabilitação e definir prioridades de investimento. Nesta perspetiva, atendendo à idade do reservatório de Jovim e à sua importância no sistema (nesta infraestrutura passam cerca de 180.000 m³ de água por dia), foi decidida a realização de uma intervenção global.

 “A reabilitação contempla o reforço da laje de fundo, o revestimento interior das paredes, a reparação estrutural de pilares e vigas da laje de cobertura, a realização de pinturas gerais e a reabilitação dos equipamentos da câmara de manobras. Do ponto de vista do impacto, a intervenção permitirá reforçar a fiabilidade e a segurança do abastecimento de água a nove municípios da região, incluindo Gondomar. A eliminação da fuga identificada traduz-se também numa maior eficiência operacional, com uma poupança energética estimada em cerca de 100 mil euros por ano”, afirma Rêgo Costa, Engenheiro de ativos das Águas Douro e Paiva, 

 No caso específico de Gondomar, esta intervenção assume particular relevância, não só pelo reforço da segurança do abastecimento, mas também pela valorização do património, sendo o reservatório uma infraestrutura histórica com mais de 80 anos, integrada nas primeiras redes de abastecimento de água à região do Porto.

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