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APPC tem duas novas viaturas ao serviço

[caption id="attachment_12042" align="alignleft" width="300"] APPC dispõe de duas novas viaturas / Foto: Direitos Reservados[/caption]

A Associação do Porto de Paralisia Cerebral tem duas novas viaturas ao serviço. Adquiridas com o apoio da Câmara Municipal do Porto e do Fundo de Socorro Social da Segurança Social, visam proporcionar deslocações ainda mais seguras e confortáveis aos clientes desta instituição.

A Associação do Porto de Paralisia Cerebral (APPC), com unidades orgânicas repartidas pelo Porto e por Gondomar (Valbom), adquiriu recentemente duas novas viaturas com o apoio da Câmara Municipal do Porto e do Fundo de Socorro Social da Segurança Social. No âmbito do plano de renovação e requalificação da frota automóvel, de acordo com o planeamento estratégico da APPC, e de forma regular ao longo dos últimos anos, esta dupla aquisição visa proporcionar deslocações ainda mais seguras e confortáveis.

Totalmente adaptadas e equipadas com ajudas técnicas de última geração, em conformidade com as normas europeias e americanas, as viaturas de nove lugares permitem transportar até seis cadeiras em simultâneo.

Com esta e outras medidas, aliadas à formação contínua dos profissionais desta instituição na utilização dos novos sistemas de restrição, manuseamento de bancos e plataformas elevatórias das viaturas, procura-se melhorar continuamente as condições de prestação de serviço e qualidade de vida dos clientes da APPC.

Paralisia Cerebral: nova “app” nasce na APPC Uma parceria entre a Fundação PT e a Federação das Associações Portuguesas de Paralisia Cerebral está a desenvolver uma aplicação para telemóvel e tablet que visa melhorar a comunicabilidade das pessoas com paralisia cerebral. Denominada de “Magic Contact”, a aplicação tem vindo a ser testada na APPC e baseia-se numa tecnologia que permite ao utilizador comunicar por mensagem escrita e aceder à Internet.

O responsável pelo desenvolvimento da aplicação Magic Contact, Daniel Freitas, explicou que a aplicação “desenvolvida de raiz a pensar nos utilizadores com paralisia cerebral” pretende “resolver o problema de como uma pessoa com graves limitações motoras pode interagir com um ecrã tátil”. Enaltecendo as “mais-valias” que a proximidade com a APPC e com os seus utilizadores trazem ao projeto, Daniel Freitas e Marta Samúdio, terapeuta ocupacional da equipa do Serviço de Tecnologias de Apoio da APPC, concordaram que as sugestões apresentadas pela associação vão no “sentido de uma personalização da aplicação”.

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