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Associação Dadores de Sangue de Gondomar comemorou 25.º aniversário

[caption id="attachment_17298" align="alignleft" width="300"]25.º Aniversário ADSG - junho 2019 O aniversário foi comemorado na Casa da Culmieira, em Valbom / Foto: Pedro Santos Ferreira[/caption]

A Associação Dadores de Sangue de Gondomar festejou, este mês, 25 anos de atividade e luta por uma causa que toca a todos: a dádiva de sangue. A festa fez-se no dia 17 de junho, na Casa da Culmieira, em Valbom.

Fundada em 1994, a Associação Dadores de Sangue de Gondomar (ADSG) está a festejar, este ano, o seu 25.º aniversário. A efeméride foi assinalada este mês num jantar, na Casa da Culmieira, que uniu fundadores, associados e dadores, entre outras entidades do concelho de Gondomar.

Ao Vivacidade, o grupo fundador da coletividade – António Machado, Fernando Marçal, José Azevedo, Maria Tavares e Fernando Rio, entre outros – recordou o nascimento da ADSG que, numa fase inicial, dependia do passa-palavra dos seus membros fundadores, sobretudo nas missas de todas as paróquias gondomarenses. Vinte e cinco anos depois existe um sentimento de dever cumprido.

“Há mais motivos para alegria do que para tristezas, apesar de nos últimos cinco anos o número de dadores ter diminuído. Temos hoje um sentimento de dever cumprido porque fizemos sempre o nosso melhor”, afirma António Machado.

Por sua vez, Vítor Freitas, atual presidente da direção da ADSG, considera que desde a fundação “a associação tem estado sempre em crescimento” e aponta a diminuição do número de dadores a fatores como “a quebra a nível nacional, a crise económica, a vaga de emigração e o fim da isenção das taxas moderadoras para os dadores”.

“Em 2011 estivemos perto das 5000 presenças. A quebra começou a notar-se em 2012. Contudo, o balanço é positivo e sabemos que ao longo destes 25 anos salvamos muitas vidas. Não sabemos quantas, nem quem foram, mas temos a certeza que salvamos muita gente. Atualmente temos 3000 presenças por ano e realizamos 38 colheitas anuais em Gondomar”, explica o dirigente.

No horizonte está a continuação “de um trabalho sério e rigoroso” que passará a ser divulgado “sobretudo nas escolas”, onde “é necessário angariar novos dadores a partir dos 18 anos”.

No que diz respeito a Gondomar, de acordo com Vítor Freitas, “os melhores resultados têm sido obtidos em São Cosme, Fânzeres, São Pedro da Cova e Melres. “Rio Tinto tem estado abaixo das expectativas, mas reconhecemos que as pessoas dessa freguesia estão mais voltadas para o Porto do que para Gondomar”, afirma o responsável da ADSG.

No próximo mês, a ADSG vai organizar duas colheitas de sangue, a primeira na EB 2,3 de São Pedro da Cova, nos dias 4 e 7 de julho, e a segunda na EB 2,3 de Baguim do Monte, a 20 de julho.

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