Editorial

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Caros leitores,

A guerra está instalada num país do continente europeu, mesmo que do outro lado do nosso continente e no país da Europa mais afastado de Portugal.

O desconhecido e a mudança são circunstâncias com as quais a maior parte das pessoas tem muita dificuldade em viver. Estamos habituados a repetir os dias e as atividades de todos os dias esquecendo com muita facilidade que muitos seres humanos não têm essa felicidade e que vivem atormentados e sem segurança ou condições mínimas de alimentação e dignidade. Mas não estamos habituados a que a guerra seja tão perto da nossa casa e que se vejam as suas consequências tão próximas de nós.

Claro que o mundo tem sempre guerras. Muitos países e regiões têm conflitos latentes e mesmo presentes. Mas estão longe de nós e não afetam o dito “ocidente” como esta.

Além do resto, esta guerra está a perturbar seriamente os mercados e a provocar mais um aumento generalizado de preços de materiais e de recursos. A energia, em particular, está a sofrer aumentos brutais.

Claro que os nossos políticos aproveitam para subir os impostos e a receita fiscal que advém dos custos da energia, sem qualquer pudor ou respeito pelos contribuintes. Não se percebe como estando uma grande percentagem da nossa energia dependente de energias renováveis que são autoconsumidas estejamos tão dependentes de mercados internacionais, a não ser pelo velho problema da ganância pública que pode dar asas à sua ambição com uma desculpa que hoje em dia serve para tudo. O COVID já foi uma grande desculpa, agora temos a guerra. Qual será a próxima?

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