Editorial

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Há cerca de 2 semanas, ficamos a conhecer o “pacote” de medidas do Governo para mitigar os efeitos da inflação. Um pacote que peca por tardio, porque enquanto outros países, como a Alemanha, França, Reino Unido e Espanha que antecipadamente apresentaram um largo conjunto de medidas anti-inflação, em Portugal, ao estilo “agora não que se mete o Verão”, tivemos de esperar por setembro. Peca também por defeito, pois não desce o IRS, não desce o IRC, não desce o IVA do gás para 6%, não desce o IVA de toda a eletricidade para 6%, e peca por ilusionismo, mascarando uma redução das pensões no futuro num adiantamento hoje. E em Gondomar, o que será feito? Sabendo que grande parte do que pode ser feito está apenas ao alcance do Governo, há medidas que podem ser tomadas ao nível autárquico. Numa altura, em que as famílias veem o seu poder de compra a cair todos os dias e os seus orçamentos a encolherem devido à inflação e ao alto preço da energia, é crucial devolver liquidez financeira. O executivo tem agora, mais que nunca, a obrigação de reduzir impostos, como o IMI, e fazer a devolução da taxa de participação do IRS às famílias. A prometida redução do preço da água, atrasada há demasiados anos, torna-se ainda mais urgente neste ambiente inflacionário. Será interessante perceber quais serão as prioridades do atual executivo no próximo orçamento municipal e como planeia ajudar os gondomarenses. Porque a julgar por este ano, onde a inflação não foi a única coisa a bater recordes, mas também os gastos com festas por todo o concelho, escusamos de estar descansados.

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