Fânzeres e S. Pedro da Cova Informação Política

Entrevista a Linda Rosa (PS): "As pessoas são a prioridade"

[caption id="attachment_196" align="alignleft" width="336"]Linda Rosa / Arquivo Vivacidade Linda Rosa / Arquivo Vivacidade[/caption]

É a nova candidata do Partido Socialista à União de Freguesias de Fânzeres e S. Pedro da Cova. Linda Rosa é professora do 2º ciclo, licenciada pela Universidade Portucalense Infante D. Henrique, no Porto e profissionalizada pela ESE (Escola Superior de Educação). Está integrada na política desde 1997 e já ingressou por outras forças políticas, sempre como independente. Foi presidente da Assembleia de Freguesia de S. Pedro da Cova e secretária do executivo da Junta, de 2005 a 2009. Pertenceu à lista da candidatura socialista em 2009 e nos últimos quatro anos está pelo PS como elemento da Assembleia da Freguesia. 

Considera que iniciou a candidatura numa fase difícil? Não diria fase difícil, diria um pouco mais tarde do que seria desejável começar. Mas costumo dizer que estas coisas são muito relativas. Por ventura, se tivesse começado antes também poderia ter havido uma saturação por parte das pessoas. Claro que o meu trabalho vai ter que ser acelerado, comparativamente com os que já estão no terreno há mais tempo. Mas isso não é impeditivo de um bom encaminhamento da candidatura. Aliás, a minha candidatura é de muita proximidade com a população. Não sou de fazer muitos comícios, indo porta a porta conseguimos falar com as pessoas, perceber as suas preocupações e só depois darmo-nos a conhecer. Acredito que o projeto político deve ser sempre da base para cima.

O facto de ter sido uma segunda opção do partido fragiliza-a de algum modo? Não, eu não acredito nisso. A saída da Fernanda Vieira decorreu por vontade própria e portanto, quando me convidaram para abraçar o projeto, tendo em conta que a candidata tinha desistido, não vi qualquer inconveniente em aceitar. A partir daí abracei com o mesmo entusiasmo de como se me tivessem convidado meses antes. Entendo perfeitamente a escolha da Fernanda que, na altura, seria a sucessora mais lógica.

Qual é a sua prioridade para esta União de Freguesias? Primeiro, fazer perceber às pessoas que a União de Freguesias não significa a anulação de nenhuma delas. Há a ideia errada de que com a união, uma freguesia vai mandar na outra. O primeiro compromisso que temos é o de deixar a funcionar as duas Juntas de Freguesia como estão atualmente. A prioridade será também perceber mais de perto as necessidades da população. As pessoas são a prioridade. Nós estamos aqui por elas e para elas.

Tem já algum projeto pensado comum às duas freguesias? Uma das situações mais flagrantes é a segurança. A GNR serve as duas freguesias. Contudo, considero que o edifício não está no lugar mais central. Uma das medidas que irei tomar será encontrar um local mais comum às duas freguesias.

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