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Jerónimo de Sousa esteve em S. Pedro da Cova para celebrar 41 anos da Revolução de Abril e 40 da eleição para a Assembleia Constituinte

[caption id="attachment_3813" align="alignleft" width="300"]Secretário Gral do PCP, Jerónimo de Sousa Secretário-Geral do PCP, Jerónimo de Sousa[/caption]   O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, esteve em S. Pedro da Cova, no dia 19 de abril, para um almoço-convívio regional, com o objetivo de comemorar os 41 anos do 25 de Abril e os 40 da eleição para a Assembleia Constituinte.

 

Com a presença dos deputados comunistas da Assembleia da República, Diana Ferreira e Jorge Machado, e de vários outros membros do PCP regional e local – incluindo o presidente da União das Freguesias de Fânzeres e S. Pedro da Cova, Daniel Vieira – o pavilhão da Escola Secundária de S. Pedro da Cova acolheu, no dia 19 de abril, cerca de 500 militantes e simpatizantes do Partido Comunista Português e o seu secretário-geral, Jerónimo de Sousa.

“Celebramos hoje dois acontecimentos que ficaram inscritos na nossa história: os 41 anos da Revolução de Abril e os 40 anos da eleição para a Assembleia Constituinte”, começou por referir o comunista. “40 anos de uma revolução original que, a partir de um levantamento militar, tem a adesão e o apoio imediato do povo português, criando uma aliança operacional e original do povo com o Movimento das Forças Armadas”, continuou o dirigente.

Na opinião de Jerónimo de Sousa “o país não está a dar a volta e este não é seguramente o caminho de Abril.” “Este é o aprofundar do caminho das injustiças e da exploração, do retrocesso social e civilizacional, empobrecimento e mutilação do regime democrático, da abdicação dos interesses nacionais, da regressão e do declínio nacional ao qual é necessário dizer basta”, afirmou. “É cada vez mais o tempo de defender e afirmar Abril! É tempo de respeitar, cumprir e fazer cumprir a Constituição da República e não de a subverter”, alertou.

“Se podemos afirmar que a Revolução de Abril é um momento maior da nossa história, devemos também afirmar com toda a confiança que o melhor do caminho histórico de Abril ainda está para vir e que, mais tarde ou mais cedo, a luta dos trabalhadores e do povo, a luta dos democratas, a luta de todos os que sabem que a história está longe de ter chegado ao fim concretizará finalmente o que ficou entretanto inacabado”, declarou, por fim, Jerónimo de Sousa.

 

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