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Junta de Rio Tinto encerrou delegação da Triana

[caption id="attachment_11107" align="alignleft" width="300"]Delegação Rio Tinto - janeiro 2018 A delegação da Junta de Rio Tinto encerrou no início de 2018 / Foto: Pedro Santos Ferreira[/caption]

A Junta de Freguesia de Rio Tinto encerrou, no dia 2 de janeiro, a delegação que detinha na zona da Triana, sediada na Cooperativa Mãos-à-Obra. A CDU contestou a decisão.

Desde o início do ano que a delegação que a Junta de Rio Tinto tinha na zona da Triana, encerrou por decisão da autarquia. Em causa está uma valência com 10 anos, sediada na Cooperativa Mãos-à-Obra, numa zona que servia a população da Triana, Forno e Corim.

Em comunicado, a CDU Gondomar criticou a decisão. De acordo com os comunistas, o encerramento da delegação "prejudica a população". "A medida, tomada pelo atual executivo PS da Junta, apenas foi publicitada no próprio dia do encerramento, sem que para tal tenham sido apresentadas quaisquer razões. As placas informativas de como chegar à delegação já foram inclusive retiradas da área envolvente", pode ler-se.

A medida, continua a CDU, "torna-se ainda mais incompreensível e revela a incongruência entre o discurso e atitudes do executivo PS, sem que seja dada à população da Triana, Forno e Corim uma alternativa de proximidade para os serviços que a delegação presta".

Em resposta, Nuno Fonseca, presidente da Junta de Rio Tinto, alega que a decisão foi tomada "por motivos de gestão de recursos humanos", não estando relacionada com questões financeiras, "até porque não existe grande poupança com o fim da delegação".

"Era um serviço aberto há uma década e nunca teve uma adesão significativa face à sede da Junta de Rio Tinto. Durante os últimos oito anos a situação foi-se mantendo graças ao Gabinete de Inserção Profissional que existia na delegação. Com o fim das apresentações quinzenais, as deslocações dos riotintenses à delegação eram apenas em busca dos serviços da Junta de Freguesia e em número muito reduzido", justifica o autarca.

O presidente da autarquia fala numa média de atendimento de duas pessoas por dia, número que, segundo Nuno Fonseca, "não justificava a manutenção de um funcionário em permanência naquele espaço". Ao Vivacidade, admite que a medida poderá prejudicar alguns fregueses, "os que iam à delegação, que eram poucos", reitera.

Questionado sobre o comunicado da CDU, Nuno Fonseca é peremptório ao afirmar que não tem que responder aos comunistas "quando não foi questionado". "Está a existir um aproveitamento político desta situação e surpreende-me que a CDU não tenha feito nenhuma questão até agora", refere.

No entanto, a CDU deixou desde logo expressa a "preocupação com a possibilidade de perda de mais um serviço de proximidade nesta freguesia" e manifestou "incompreensão perante a decisão da Junta de Freguesia, que atuou nas costas da população e dos eleitos locais", termina a nota enviada à imprensa.

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