Concelho de Gondomar

MERCADONA ALCANÇA OS 1.500 MILHÕES EM COMPRAS A FORNECEDORES NACIONAIS EM 2025

A Mercadona, empresa de supermercados, continuou a reforçar, por mais um ano, o seu Modelo de relação com fornecedores e interfornecedores especialistas com os quais colabora. Este Modelo procura que todos os elos da cadeia saiam a ganhar e baseia-se na transparência, no fomento da confiança e na relação a longo prazo. Assim, a Mercadona, juntamente com os seus fornecedores e interfornecedores especialistas, continua a criar um ecossistema empreendedor que é motor de crescimento e que cria valor nas zonas onde desenvolve a sua atividade.

Entre as compras a fornecedores especialistas, fundamentais na estratégia da Mercadona de oferecer um sortido de qualidade contundente que responda às expectativas dos “Chefes” (como denomina internamente os clientes) - destacam-se, a título de exemplo, os mais de 22 milhões de litros de leite, as 43.000 toneladas de tomate, as 22.500 toneladas de carne, as 10.000 toneladas de kiwi e as 3.200 toneladas de peixe de lota. Todos estes números refletem também o compromisso firme da Mercadona com o setor agroalimentar português, revelando a importância que a empresa atribui ao desenvolvimento socioeconómico e a aposta no mercado nacional.

Desta maneira, a Mercadona realizou, em 2025, 1.500 milhões de euros em compras a fornecedores portugueses. Este volume de compras acompanha o crescimento que a empresa tem em Portugal, garantindo o abastecimento diário das mais de 70 lojas em território nacional, e também de diversas lojas em Espanha.

Crescimento Partilhado: Exemplos Que Contam

Ao longo do ano passado, a empresa trabalhou com fornecedores e interfornecedores nacionais especialistas, numa relação que se iniciou antes de a empresa ter chegado a Portugal, em 2019. Desde esse ano, em 6 anos, a Mercadona alcançou o volume total de compras a fornecedores nacionais de 6.000 milhões de euros.

No Porto, por exemplo, a Mercadona trabalha com fornecedores locais, como é o caso da HORTAIBERICA, onde a empresa compra alface lisa e frisada, couve coração e branca, a IMPRERIAL, que coloca diariamente nas prateleiras da Mercadona os tão famosos chocolates, seja em tabletes, seja em preparado à base de cacau para bebidas quentes, a FOZ DA NAZARÉ, que fornece biqueirão, sardinha, verdinhos e carapau e a IBERO NATURAL FRESH, onde a empresa adquire as sopas.

Pedro Barraco, diretor da Cadeia Agroalimentar da Mercadona em Portugal, refere que “o crescimento que a empresa tem feito nas compras a fornecedores portugueses, que resulta num valor acumulado de 6.000 milhões de euros, desde 2019, revela a importância que a Mercadona atribui aos fornecedores e interfornecedores especialistas, de Norte a Sul e ilhas, que colaboram diariamente para o abastecimento contínuo e de qualidade das mais de 70 lojas existentes em Portugal. No entanto, esta aposta da empresa não se esgota apenas no consumidor português. Temos, atualmente, muitos fornecedores e interfornecedores portugueses que já abastecem as lojas em Espanha, o que revela a qualidade dos produtos produzidos a nível nacional.”

Como resultado dessa parceria, diversos fornecedores estão a realizar investimentos estratégicos para acompanharem a evolução do crescimento da Mercadona. Desta maneira, procuram melhorar a sua eficiência, bem como novas oportunidades de inovação.

Em 2026, a Mercadona vai abrir as primeiras lojas nos distritos de Faro, Beja e Vila Real e já se estreou em Castelo Branco, mas a sua presença já se fazia sentir nestes distritos com as compras a fornecedores locais. Assim, a empresa continua o seu caminho de aposta constante no mercado português, desenvolvendo uma Cadeia Agroalimentar cada vez mais sustentável.

Mercadona em Portugal

A empresa, que abriu a sua primeira loja no país, em Canidelo, distrito do Porto, em 2019, conta, hoje, com mais de 70 lojas de Norte a Sul de Portugal.

Ao longo de 2025, a Mercadona realizou um investimento total de 140 milhões de euros em Portugal e atingiu um volume de vendas de 2.092 milhões de euros, mais 18% do que no ano anterior, tendo obtido um lucro de 26 milhões de euros. 

 

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