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Nuno Fonseca: "Hoje as pessoas têm orgulho de pertencer a esta freguesia"

[caption id="attachment_12811" align="alignleft" width="300"]Nuno Fonseca - novembro 2018 Nuno Fonseca, presidente da Junta de Rio Tinto / Foto: Pedro Santos Ferreira[/caption]

Um ano após a tomada de posse, quais são as principais medidas implementadas em Rio Tinto? O primeiro ano do segundo mandato vem no seguimento dos quatro anos anteriores, mas também é o primeiro ano de uma nova fase, com outras prioridades e uma nova visão da gestão autárquica. Queremos, acima de tudo, avançar para outro nível de serviço público. Rio Tinto já cobre todos os serviços à população, mas temos que aumentar a qualidade da prestação desses serviços. Queremos pegar no que temos e melhorar, com uma gestão de recursos mais avançada. Além disso, queremos uma freguesia mais sustentável no que toca à gestão de recursos naturais, servindo de bom exemplo para todas as instituições que nos rodeiam. Temos que mostrar às pessoas o que se pode ganhar com estes novos comportamentos. Isto faz parte de um projeto maior, intitulado Rio Tinto Sustentável, que vai culminar numa passagem de testemunho às nossas coletividades. Ao longo deste ano também demos destaque à mobilidade. Queremos ser exemplares no que toca à segurança rodoviária e queremos dar especial atenção às pessoas com mobilidade reduzida.

Qual foi o momento alto deste primeiro ano de mandato? Sem dúvida, a inauguração do Parque Urbano. Contudo, mais importante que isso é a utilização do espaço pela comunidade. Em 2013, mostrei-me contra qualquer construção naquele terreno que não pudesse ser desmontada ao final do dia. Felizmente, foi encontrada uma solução que vai de encontro às necessidades das pessoas.

E o pior momento? O encerramento do posto de correios da Areosa foi uma má forma de começar o ano. É grave, sobretudo por ser uma decisão de âmbito nacional.

Neste momento o que falta a Rio Tinto? Falta uma verdadeira sala de espetáculos, não só a Rio Tinto, mas no concelho. Obviamente, gostaria muito que fosse construída em Rio Tinto e ficaria muito triste se fosse construída em São Cosme, que já tem o Auditório e o Multiusos. Também gostaria de ver a promoção da identidade riotintense concretizada num museu. Hoje as pessoas têm orgulho de pertencer a esta freguesia. Por isso, gostaria de sair da Junta e deixar ficar um museu com a história de Rio Tinto. Em breve, esse projeto vai ganhar forma online, mas gostava que também fosse físico.

Se tivesse que escolher um problema que pudesse ver imediatamente resolvido, qual seria? Gostaria de poder reorganizar o território de Rio Tinto. Mudava os prédios, parques, terrenos e ficava com uma freguesia mais organizada. Infelizmente, é um dos maiores problemas desta cidade.

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